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Vôo solitário,
Como solitária é a noite.
Cruzo miríades de estrelas,
Mas não me encontro em nenhuma.






 
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Pedir ao mundo que ouça
Ao menos uma vez
Pedir ao som que toque
Pedir ? luz que aqueça
Como se o pedir fosse o viver
Como se viver fosse o mais que perfeito,
E a morte o pretérito.
Sussurar então ao mundo:
""Shhh... Deixa a criança dormir... Lembra
Que definhamos por ser, e a criança que
dorme não é, apenas brisa.""

Creio por certo, ou por torto.
Deparo-me com a efemeridade,
Aí então deito-me em seus braços e
Lhe peço abrigo.
Eis que me acolho
Na leveza da alma,
No sopro dos ares
Que me aconchegam.

(nossa que lixo! como é que eu fui escrever um troço desses? )


07 Sep, 2002 - thomas Comentários: 7



Ter cheiro di aqueu não penso.

    Esta entranha relação entre o que se faz e o que se pesa. Mas no fundo são só solidões.

    Deito minha vista sobre e durmo. Tomo o café da manhã e só lhe devolvo quando é noite. Mas pode ser que não sei. Ou não pode ser que não.

    De mundo cada pouco tem um louco. Mas é mais fácil mentir que sorrir. Dicotomia universal do que é único.
    Sejam feitas as suas vontades assim, pois que não existem mais terra e céu. Só o que é.

    (Primeira coisa séria desse texto - ou não): Engraçado, é preciso alienar as coisas para que elas tenham algum sentido!

    O que é bizarro? Respirar, sentir, ser, pensar, viver, morrer... Quem dizia que esses são os estados naturais das coisas? Provavelmente alguém que já morreu. Bizarro...

    Poderia estar bêbado. Mas aí não teria graça...


28 Aug, 2001 - thomas Comentários: 8



    São Paulo me sufoca.
        São Foca me Supaulo.
    Sanfona-me.


16 Aug, 2001 - thomas Comentários: 6



E assim foi Prados...

    Como tudo pode ser tão diferente! Como podem haver realidades tão dicotômicas num mesmo país? De um lado, a megalópole, os dragões que empestam o ar, a tensão da não-vida, o medo da própria, a miséria exstencial estampada em cada rosto. De outro, a tranquilidade, o gosto por pequenos prazeres, a quase resignação com o marasmo, mas mesmo esse tão mais intenso que a maior das noites paulistas...

    A saudade já aperta antes mesmo de sair de lá. E parece que ainda existe um elo entre nós, neo-pradenses de coração. Senti tanto isso ontem ? noite... Mas não posso dizer se isso vai durar. Pode ser que o dia de amanhã me mostre um abismo que tenho medo de enxergar.

    Deixei para ti tudo o que restou de mim.
        Mas nem a ti reconheço mais.

    Acho que me perdi, e não sei mais se me encontro. Mas não desisto fácil.

    Pensar é conseqüência do desejo de ser humano...


31 Jul, 2001 - thomas Comentários: 7