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Vôo solitário,
Como solitária é a noite.
Cruzo miríades de estrelas,
Mas não me encontro em nenhuma.






 
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Eu era um menino bobo. Você, uma rosa que brotava na quarta fileira do meu primeiro ano.

Eu era tímido, você, linda. Você me dava bola, eu paralisava.

Talvez eu, instintivamente, já visse a mulher que um dia você seria; naquele momento, você era a menina quietinha, estudiosa, sempre próxima da melhor amiga. Eu, ingênuo, sabia que gostava de ti, mas não como te dizer. Seria capaz de fazer qualquer coisa por ti, mas era tolo demais para perceber que talvez você também fizesse tudo por mim...

Você não entrou na banda, mas comprou uma lira. Você me chamou para o seu baile de 15 anos, e eu, tolo, desajeitado, dancei contigo a valsa do namorado que não era, mas queria ser. Passava os intervalos comigo, nós falando de tudo, menos do que eu mais queria...

E você finalmente cansou de esperar.

Foi na volta das férias que me vi perdendo o que nunca tive. E foram anos, anos até te encontrar de novo, já mulher, já resolvida...

O tempo te foi amigo: teu amadurecer apenas te deu mais viço, para a felicidade de quem hoje mora em teu coração.

E no meu ficou um carinho, onde guardo a lembrança dos dias que não tivemos...

07 Feb, 2010 - thomas - visto 76810x



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